Somos uma organização com atuação histórica na defesa de direitos no Grande ABC e reforçamos a adoção da nossa Política de Proteção Institucional (PPI), voltada à prevenção e ao enfrentamento de situações de violência institucional dentro dos nossos serviços.
A medida estabelece princípios, diretrizes e procedimentos que orientam a conduta de profissionais e colaboradores, com o objetivo de garantir a proteção do público atendido pela instituição, formado principalmente por crianças, adolescentes, famílias, idosos, mulheres, pessoas com deficiência e em situação de rua que já vivenciaram contextos de violência ou vulnerabilidade social.
Entre as ações previstas pela política estão critérios específicos nos processos de seleção e contratação de funcionários, capacitações periódicas sobre conduta profissional e a criação de uma comissão responsável pela implementação da PPI, planejamento de ações preventivas e apuração de eventuais denúncias.
As famílias atendidas pela instituição também recebem orientações sobre a política, incluindo informações sobre os canais de denúncia e sobre os integrantes da comissão responsável por acompanhar os casos.
A Política de Proteção Institucional se aplica a todas as pessoas que mantêm vínculo com o Instituto Ficar de Bem, como diretores, coordenadores, equipes técnicas, voluntários, consultores e doadores, independentemente do tipo de atuação ou nível hierárquico.
“Nosso público é formado, em grande parte, por pessoas que já passaram por situações de violência ou vulnerabilidade. Por isso, garantir ambientes seguros, com profissionais preparados e condutas claras, é uma prioridade para a instituição. A Política de Proteção Institucional reforça esse compromisso com o cuidado, o respeito e a defesa dos direitos de todos os atendidos”, afirma Evenson Robles Dotto, presidente do Instituto Ficar de Bem.

